Tratamentos da Medicina Chinesa

ACUPUNTURA SISTÊMICA

Acupuntura Sistêmica atua diretamente nos meridianos ou “canais de energia” específicos, situados ao longo do corpo humano, harmonizando as energias canalizadas.

As energias mal conduzidas através dos canais chamados de“meridianos”, trazem transtornos ao bem estar e desarmonizam o equilíbrio do corpo, podendo causar desordens física, mental e emocional para as pessoas.

Uma vez desequilibradas as energias no corpo humano, diversas patologias  acabam chegando aos orgãos vitais.

Depois de uma consulta, o profissional localiza onde está ocorrendo o bloqueio de energia e seleciona os pontos de acupuntura existentes, onde serão inseridas agulhas para desbloquear as energias estagnadas.

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Feito o desbloqueio das energias estagnadas, o paciente começa ter a melhora dos sintomas das doenças que haviam se instalado, devido ao bloqueio da energia em um ou vários canais espalhados pelo corpo.

Todas as doenças e patologias, podem ser tratadas com a acupuntura sistêmica, que muitas vezes são associadas a outras técnicas como: acupuntura auricular, moxa, ventosa…

Uma vez reequilibrado o fluxo de energia dos canais energéticos no corpo, o paciente restabelece a saúde.

O processo da acupuntura sistêmica, é fazer com que o paciente tenha um fluxo de energia livre pelos canais que ligam o corpo a todos os seus orgãos vitais. Com o funcionamento energético perfeito, o paciente passa a viver com saúde.

A acupuntura sistêmica, trabalha para o fortalecimento constante do corpo através do fluxo energético initerrupto, sem efeitos colaterais.

AURICULOTERAPIA

Auriculoterapia é uma forma de medicina alternativa, baseada na idéia de que a orelha é um microssistema do corpo inteiro – representado no pavilhão auricular, a parte externa da orelha[1].

Logo, é uma técnica de diagnóstico e tratamento, baseada no pavilhão auricular.

Aurículo (orelha) + terapia (tratamento), ou seja, um tratamento através da orelha.

O têrmo se refere a uma modalidade de reflexoterapia, e não deve ser confundido com a Auriculopuntura, especialidade da acupuntura.

No Brasil, onde vem se desenvolvendo um sistema próprio de experimentação no Instituto Brasileiro de Acupuntura e Homeopatia – IBRAHO, essa técnica é aprendida e utilizada por terapeutas e profissionais de acupuntura associada ou não à então denominada acupuntura sistêmica.

MOXABUSTÃO

O milenar tratamento através de moxabustão, tem origem no norte da China.

Moxabustão – 灸 – jiŭ (pinyin) significa, literalmente, “longo tempo de aplicação do fogo”, uma forma de acupuntura térmica, feita pela combustão da erva Artemisia sinensis e Artemisia vulgaris.

É uma técnica terapêutica da Medicina Tradicional Chinesa.

Baseia-se nos mesmos princípios e conhecimento dos meridianos de energia trabalhados na acupuntura, sendo amplamente utilizada nos sistemas de medicina tradicional da China, Japão, Coréia, Vietnam, Tibete, e Mongólia. Acredita-se que seja anterior à acupuntura.

A moxabustão trata e previne doenças através da aplicação de calor em pontos e/ou certas regiões do corpo humano.

O preparo da erva

As folhas da Artemísia são lavadas, secadas, trituradas e peneiradas, até transformarem-se em uma massa uniforme, semelhante a uma lã vegetal – a moxa.

Após preparada, a moxa pode ser moldada de diversas formas para sua utilização: as mais usuais são bastão e cone.

Propriedades terapêuticas

A combustão da Artemísia tem a propriedade de aquecer profundamente.

A aplicação do calor produzido pela moxa nos pontos ou meridianos de acupuntura, remove bloqueios de energia que obstruem o seu fluxo pelos meridianos, eliminando a umidade e o frio que promovem disfunções no organismo.

O efeito do calor ou radiação infravermelha se soma à energia yang do corpo potencializando esse aspecto (yang) da energia (chi) podendo inclusive ser conduzido até o seu extremo, ou seja, a transformação no aspecto oposto da energia (yin).

Na patologia chinesa as doenças reumáticas são classificadas como doenças do frio, da tristeza e da umidade. O frio patogênico tem características Yin e consome o Qi (Chi) energia vital do corpo Yang. Predomina no inverno, assim como as doenças do frio. Pode ser causado por contração e estagnação ou por exposição ao frio após transpirar, ou ser apanhado pelo vento e chuva.

A ausencia da energia Yang no corpo, pode ser percebida por membros frios; palidez, diarréia com fragmentos de alimentos não digeridos nas fezes; urína límpida e abundante.

A Umidade predomina no final do verão, época de chuvas, torna-se susceptível aos seus efeitos patogênicos com o uso de roupas molhadas e/ou residência em locais úmidos, ou mesmo contatos frequentes (ocupacionais) com a água. Se caracteriza por indolência e estagnação, além de sintomas como tontura, cansaço, opressão no peito e epigástrio, náusea, vômitos, viscosidade e sabor adocicados na bôca. Doenças de pele, abcessos, úlceras gotosas, leucorréia de fluxo abundante são manifestações de seu poder patogênico. Como foi dito, pode se combinar com o frio ou calor.

Apesar da concepção de saúde-doença, tratamento da moxabustão e acupuntura, serem essencialmente semelhantes, não se aplica a moxabustão em todos os pontos de acupuntura.

Aplicação

A bastão funciona com um charuto que deve ser aproximado do ponto ao qual se deseja acrescentar energia.

O calor do bastão de moxa pode ser conduzido através da agulha de acupuntura, por aproximação da pele, ou mesmo queimando a erva diretamente sobre pele (neste caso pode causar pequenas marcas de queimadura).

A técnica pode ser utilizada sozinha ou associada às práticas de acupuntura tradicional e ventosaterapia.

Terminologia

A palavra “moxa” vem do Japonês mogusa (艾) (o u não é pronunciado com força).

Yomogi (蓬) é outra palavra que designa esta técnica no Japão.

Em chinês é utilizado o mesmo ideograma (艾), que em chinês se pronuncia ài. Também é utilizado o têrmo àiróng (艾絨), que significa “veludo de ài”.
O ideograma chinês para moxabustão compõe metade da palavra chinesa zhēnjiǔ, ou japonesa “shinkyu” (針灸), que é geralmente traduzida como “acupuntura” no ocidente

CRANIOPUNTURA

Reconhecida internacionalmente há 30 anos, a craniopuntura

é uma técnica utilizada pela medicina oriental especialmente para tratar casos

de dor crônica.

No método, que é parecido com a acupuntura, as regiões de aplicação das agulhas ficam na cabeça.

Apesar de a técnica ser indicada principalmente para tratamento da dor, a craniopuntura também é utilizada para casos de limitação de movimentos do sistema músculo-esquelético e alterações do sistema nervoso central.

Segundo o médico Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (Amba), são quatro pontos a serem trabalhados na craniopuntura: os básicos, os cerebrais, os sensoriais e os pontos “Y’’ (por causa do nome do criador do método, Toshikatsu Yamamoto).

Por meio de uma massagem com os dedos das mãos na cabeça do paciente, o médico é capaz de identificar os pontos específicos a receber a agulha, de acordo com a manifestação clínica.

“O paciente segue os caminhos da medicina tradicional para fazer o diagnóstico clínico da doença. A partir daí, a craniopuntura entra como medida terapêutica de tratamento”, diz Tanigawa.

A aplicação demora cerca de 20 minutos. O resultado, na maioria das vezes, é imediato.

“Por isso, o nosso objetivo é fazer com que essa terapia seja disponibilizada na rede de atenção básica à saúde”.

Para que isso aconteça, a Amba integrou um grupo, junto com outras sociedades, para elaborar a Política Nacional de Medicina Natural e Políticas Complementares do SUS, do Ministério da Saúde.

Um dos pontos da política reúne várias ações da medicina tradicional chinesa.

Segundo Carmen de Simoni, assessora técnica do Departamento de Atenção Básica do ministério, a política já foi aprovada pela comissão tripartite e aguarda análise e aprovação do Conselho Nacional de Saúde.

A médica Rioko Kimiki Sakata, responsável pelo ambulatório de dor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo, concorda com o uso de métodos alternativos para tratamento da dor, mas ressalta que há casos em que as terapias precisam ser acompanhadas de medicamentos).

“Não importa a técnica alternativa que será usada. Pode ser massagem, laser ou acupuntura. O que buscamos são resultados positivos e com menor gasto”, diz.

A rede municipal de saúde de Campinas já utiliza o método.

Segundo Willian Ferreira, coordenador de Saúde Integrativa, a meta da  Prefeitura,

é diminuir em 15% o consumo de antiinflamatórios.

“A craniopuntura é mais barata do que os remédios”, diz.

VENTOSATERAPIA

A utilização das ventosas no tratamento de doenças não é uma exclusividade da Medicina Chinesa. Existem informações do seu uso desde o antigo Egito. Ela também é mencionada nos escritos de Hipócrates e praticada pelos Gregos no século IV a.C., e possivelmente conhecida e utilizada por outras nações antigas.

O antigo instrumento utilizado para fazer ventosas era a cabaça, conhecida naquela época como “curubitula” que em latim significa ventosa.

Nas regiões primitivas do mundo, a ventosa tem registos históricos que datam de centenas a milhares de anos.

Nas suas formas mais primitivas, era utilizada pelos índios americanos que cortavam a parte superior do chifre dos búfalos, com cerca de 10 cm de comprimento, provocando o vácuo por sucção oral na ponta do chifre, sendo em seguida, tamponado.

O uso de ventosas no Ocidente antigo era um elemento terapêutico corriqueiro e de grande valor panaceico. Pois por falta de outros recursos médicos, a ventosaterapia era utilizada praticamente na cura de todas as doenças.

Abordado por essas épocas como um instrumento curativo mágico, fazia contato íntimo com o interior do corpo através do sangue.

Ela era respeitada também pela sua atuação no elemento energético gerado pela respiração. Teoria que se aproximava dos conceitos da Medicina Oriental.

Paracelso também descreveu aplicações de ventosas no primeiro século d.c., advertindo que a aplicação de ventosas é benéfica tanto para doenças crônicas, como para as agudas, incluindo ataques de febre.

Na Europa, assim como na Ásia, existiam vários métodos modificados de sangria e escarificação, na Europa a “veneseção” ou sangria das veias era uma prática popular, enquanto na Ásia o sangramento das dilatações capilares (telangiectasias) na periferia da pele, junto com ventosas, era o método mais utilizado.

O uso das sanguessugas como terapêutica foi comum na idade média no ocidente.

Em Portugal os “barbeiro-sangradores” eram geralmente, os técnicos encarregados de aplicar sanguessugas, por concessão de uma licença cedida pelo cirurgião-mor. Naquela época, em Lisboa, foram publicados vários livros sobre o assunto, e os salões de barbear eram os locais de venda das sanguessugas.

O uso de ventosas no Oriente foi desenvolvido com base na acupunctura. A aplicação de ventosas foi originalmente, conhecida como Método Chifre. Os chifres dos animais eram aquecidos, criando-se um vácuo quando eram colocados sobre a pele. O propósito era tratar doenças e retirar o pus. No fim do período Neolítico, o desenvolvimento da agropecuária facilitou o desenvolvimento do Método Chifre (ventosa).

O que distingue estas habilidades primitivas dos chineses, das outras áreas do mundo, é a extensão do seu subsequente desenvolvimento, dentro da estrutura da  fisiologia e patologia tradicional.

O Método Chifre foi posteriormente substituído por outros métodos de sucção posteriormente desenvolvidos, em que se obtinha o efeito de ventosa utilizando-se cúpulas de bambu, metal e posteriormente vidro.

A sucção é obtida, colocando-se uma substância cadente na ventosa antes de colocá-la sobre a pele, aquecendo-a com água quente, ou com o bombeamento do ar para fora desta, uma vez posicionada na pele.

A ventosa segundo a MTC tem a propriedade de limpar o sangue das toxinas acumuladas no organismo, produzidas pelos alimentos e outras fontes poluentes.

A estagnação do sangue parado, escuro e sujo, nos músculos das costas ou das articulações é considerado pelas Medicinas Orientais como um dos elementos causadores de doenças.

A ventosa é usada para o alívio de dores musculares, para melhorar o sistema circulatório e até mesmo, para redução de celulite e gordura localizada, lombalgias, dor abdominal, hipertensão arterial e muitas outras patologias.

As ventosas podem ser utilizadas em associação com outras terapias reforçando a efectividade destas.

Várias ventosas podem ser utilizadas para tratar desordens sobre uma área mais ampla, como por exemplo, ao longo de um estiramento muscular ou dispostas em fileiras horizontais e verticais sobre um órgão doente, tendo-se o cuidado de não se deixar as ventosas muito próximas umas das outras.

Pode-se utilizar a ventosa para produzir o “efeito massagem” que consiste em mover as ventosas sobre superfícies grandes e lisas do corpo, tais como as costas e as coxas. Nestes casos, são utilizadas ventosas de boca média a grande, e em primeiro lugar deve-se lubrificar a zona do corpo que se vai massajar.

Esta massagem tem o efeito de remover a pele ressecada pela abertura dos poros e pela transpiração.

Mecanicamente, aumenta o fluxo da linfa, reduzindo o edema.

Mantém a flexibilidade dos músculos, retira as adesões e as fibroses, e mobiliza o funcionamento dos órgãos, descongestionando os bloqueios de energia, e ativando a circulação e o funcionamento geral do corpo.

A aplicação de ventosas é contra-indicada para casos de febre alta, convulsões ou cólicas, alergias na pele ou inflamações ulceradas, áreas onde o músculo é fino ou a pele não é plana por causa dos ângulos e depressões ósseas, no abdómen e região lombar em gestantes.

As ventosas, devem ser deixadas no local somente até haver congestão local (geralmente 5 a 15 minutos). Se forem mantidas por muito tempo pode-se formar uma bolha. Se esta for grande deve ser furada para drenar o líquido, e seguidamente deve ser coberta para evitar infecção.

A aplicação das ventosas deixa frequentemente uma marca púrpura na pele, onde esta foi sugada. Isto é normal e vai desaparecer sem tratamento especial. Se a marca for muito profunda, as ventosas não devem ser colocadas de novo nesse local enquanto existir a marca.

KORYO SOOJI CHIM (QUIROACUPUNTURA)

Quiro-Acupuntura ou Acupuntura na mão,

é uma técnica de acupuntura que utiliza somente as mãos para equilibrar a energia do corpo.
O Quiro Acupuntura é considerada uma reflexologia, como a orelha, sola dos pés, olhos e etc..
È uma técnica que muito simples de aprender e praticar, porque nós temos as duas mãos na nossa frente .

Na Coréia esta acupuntura na mão, esta sendo divulgado em massa, por meio de comunicação popular como na TV, jornal, revistas e etc.

Uma boa parte da população coreana já se auto trata com acupuntura na mão como se fosse receita caseira.

Quero transmitir um pouco do meu conhecimento aos terapeutas para conseguir se auto tratar( é a única técnica que não depende de ninguém para se tratar ) e não tem contra indicação.

Qualquer pessoa tem a capacidade de localizar um ponto correspondente numa mão, observando simplesmente um mapa da mão.

Basta pressionar ou esfregar o ponto ou a região, de maior sensibilidade. Podemos equilibrar a energia do local alterado.

 TÉCNICA DE LIBERTAÇÃO EMOCIONAL

EFT – EMOTIONAL FREEDOM TECHNIQUE 

A Técnica de Libertação emocional (EFT) é uma forma sem igual de “acupuntura psicológica”.

Ela usa o sistema de meridianos chinês para aliviar a tensão psicológica e a dor fisiológica.

A EFT equilibra o sistema de energia com um procedimento de batidas em pontos especificos, que se encontram na face e no corpo, restabelecendo o equilíbrio do sistema de energia, neutralizando conflitos emocionais, à medida que permite ao corpo, retomar suas habilidades curativas naturais.

( Texto de Aleksander Milunovic sobre Medicina Tradicional Chinesa )

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